quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Identidade da RCC


Identidade da RCC

" A Renovação carismática é um acontecimento religioso que já não se pode desconhecer. Nascido na Igreja e para a Igreja, em poucos anos assumiu proporção tão expressiva que se estendeu ao mundo inteiro. Pretender definí-la é ao mesmo tempo fácil e difícil. Fácil, porque seus pontos fundamentais estão bem definidos; eles nada têm de complexos, a partir do momento em que são compreendidos nas suas linhas essenciais. Difícil, porque sua riqueza, como tudo o que está enraizado no Evangelho, na palavra divina, ultrapassa qualquer coisa que possa caber numa definição, por mais exata que possa ser".(Benigno Juanes SJ)

I. O Que é a renovação Carismática

É a redescoberta experiencial do poder do Espírito Santo na vida dos cristãos, e a abertura à sua ação para viver o Evangelho em plenitude, para evangelizar com poder sobrenatural, sendo testemunhas de Cristo Ressuscitado (até suas últimas consequências), e contribuindo para renovar todas as formas de presença e de serviço de Cristo na Igreja e no mundo.

Observação importante sobre o Termo "Carismática":

O uso do termo "carismático" é explicado pelas diversas expressões da ação do Espírito Santo, que são o que poderíamos chamar de "momentos fortes" de Sua manifestação. A Renovação "manifesta-se primeiro exteriormente, por um conjunto de reuniões de oração, seja de louvor e de aclamação de Deus, ou com a intenção de curar ou de libertar as pessoas, em um clima de alegria e inclusive de exaltação espiritual"(G. Thils).


Explicação da definição:


a) Redescoberta experiencial do poder do Espírito Santo e a abertura à Sua ação:

"É uma espécie de experiência espiritual, como uma graça de "desbloqueio" e de descobrimento místico, que tem como efeito radical a reatualização do batismo e da confirmação, como em um novo Pentecostes. É como se a vida cristã, vivida e mantida desde sempre, fosse objeto de uma súbita descoberta no impulso do Espírito Santo. Tal estado, sempre latente e avivado com facilidade, caracteriza-se por três elementos: conversão pessoal, reconhecimento de Jesus Cristo e nova abertura para a ação do Espírito Santo"(Gustavo Thils - Existencia y santidad en Jesucristo, Edic. Sígueme, Salamanca, 1987,54).

a.1) Conversão pessoal: 

A autenticidade da experiência do Espírito Santo e de seus dons não depende de uma análise dessa experiência em si, mas pode ser discernida por seus efeitos na vida das pessoas:
"De entrada, um dom incondicional da própria pessoa a cristo vivo, no sentimento de uma radical miséria de nossa vida; uma abertura ao Espírito Santo, através do qual age o senhor vivo; uma acolhida filial àquilo que Ele queira fazer em nós e por nós; uma oferenda confiada de nós mesmos à oração de irmãos cristãos visitados ou habitados pelo Espírito Santo. Então acontece uma coisa. Nada de um golpe, nada de automático. Mas as vidas mudam, ficam em paz e alegria, animadas por um novo gosto pela oração, sobretudo de louvor; por um novo gosto pela Palavra de Deus; por uma serena e diligente abertura ao próximo; uma vontade de sermos instrumentos poderosos para a Igreja e para o mundo, através dos carismas do Espírito Santo"(Palavras do grande teólogo Y. Congar) .
"A descoberta de nossa verdade - o nosso pecado está compreendido nela - impede que continuemos adormecidos na mediocridade. A leitura das Escrituras nos leva a esse radicalismo do Evangelho que ainda levamos tão pouco a sério. O louvor libera em nós uma confiança que nos empurra para a frente. Depois vem o exemplo dos irmãos: aqueles que deram um passo mais decisivo do que nós; aqueles que aceitaram sua morte como uma feliz renúncia; aqueles que se viram afastados das drogas, da prostituição, da ambição; aqueles que se libertaram de suas amarguras e da vida aborrecida que levavam. Vemos a força do Espírito Santo em ação na sua Igreja (...) Existe uma conversão de cada dia; e há momentos fortes de conversão, que nossa falta de fé torna cada vez mais necessários (...) A obra de regeneração alcança em nosso ser diferentes graus de profundidade, exigindo que prossigamos. A conversão cristã dá direito, sobretudo, a novas conversões, pois não existe santidade já adquirida. Nunca deixaremos de ter necessidade da intercessão dos irmãos "(Benigno Juanes SJ).

a.2) Reconhecimento de Jesus Cristo(como Senhor e Salvador pessoal):

Efésios 1,3-14:Este hino resume, com vigor e clareza, a finalidade do Criador para cada homem: Reproduzir em nós mesmos, com o próprio esforço, e sobretudo com a ajuda do Espírito Santo, a conduta de Deus. Este chamado, que resume toda a história da Salvação, só pode ser respondido pelo homem que "anda no amor de Deus e do próximo" e vive na santidade, em Cristo, Seu Filho, que é o consumador de toda santidade.
"A Renovação Carismática Católica é profunda e essencialmente cristocêntrica: proclama a Jesus como Salvador e Senhor " (Declaração Pastoral sobre a Renovação Carismática, dos Bispos Norte -Americanos, de Março de 1984)

- A Renovação Carismática proclama a Jesus como o Salvador. E não há outro a não ser Ele (Ato 4,12). Tudo o mais são instrumentos de Sua Salvação, recebendo Dele o poder, a missão e a Graça de cooperar na Sua obra Salvífica. Este anúncio opõe-se à influência de um novo pelagianismo sentido de maneira profunda no mundo, e que consiste na atuação, na prática, com a impressão de que o homem pode salvar a si mesmo por meio da ciência, da tecnologia, de métodos psicológicos de autorealização e outros meios meramente naturais. A salvação é uma obra sobrenatural, que só pode acontecer em Jesus Cristo, o único Salvador do homem todo e de todos os homens. E o Espírito Santo é que vem em auxílio à fraqueza humana trazendo primeiramente a convicção disto, para que o homem possa se colocar ao alcance da salvação trazida por Jesus Cristo.

- A Renovação Carismática proclama a Jesus como Senhor, opondo-se ao individualismo que grassa o homem de hoje. "A Renovação Carismática reconhece que o erro fundamental e o desvio teórico e prático no reconhecimento do Senhorio de Jesus é a razão de fundo de uma convivência humana profunda e essencialmente viciada por todo tipo de injustiças"(Benigno Juanes SJ). "Como um movimento dentro da Igreja, a Renovação Carismática tem suas raízes no testemunho da tradição do Evangelho: Jesus é o Senhor, pelo poder do Espírito Santo, para a glória do Pai. A Renovação continua no seu propósito de assimilar aquele testemunho evangélico"(Declaração Pastoral sobre a Renovação Carismática, dos Bispos Norte-Americanos, de Março de 1984, no seu n.1). O reconhecimento de Jesus Cristo como Senhor não consiste apenas numa confissão de fé em Jesus cristo como o Senhor, mas "O senhorio de Cristo, dado em plenitude pelo pai a partir da ressurreição (Ato 2,36), deve ser uma realidade que envolva todo o indivíduo na totalidade de sua pessoa. Não deve existir área alguma que não esteja, de fato, submetida a esse senhorio amoroso de Jesus. A Ele corresponde de direito próprio, reinar na família, na comunidade, no mundo. Nada se deve subtrair a seu domínio, a seu reinado de paz, de amor, de entendimento e serviço mútuos. O senhorio de Jesus não nega a realidade, o valor e a relativa autonomia das realidades humanas. No entanto, envolvendo-o, elevando-o, colocando-o a serviço dos homens e para a glória de Deus, o senhorio de Jesus deve desfrutar de lugar privilegiado"(Benigno Juanes SJ).

a.3) Abertura para a ação do Espírito Santo:

 A Renovação Carismática nos liga com a atuação do Espírito Santo na Igreja, o que é imprescindível na vida cristã. "A força da Renovação Carismática está em criar o constante Pentecostes que o Espírito Santo realiza na Igreja e em cada um de seus membros"(Documento do Encontro Episcopal latino-Americano, realizado em la ceja, Colômbia, Setembro de 1987) " A ação do Espírito Santo é total. Queremos dizer que sua obra tende a nos assemelhar a Cristo, por meio da santificação para dentro e, para fora, pela efusão de sua força, que nos permite realizar o trabalho apostólico, colaborar em seu Reino até além de nossas forças. Esta dupla ação foi a obra característica do Espírito Santo em Pentecostes: santificá-los e equipá-los com seus carismas para que pudessem realizar a missão de evangelizar 'com poder' (At 1,5-8; 2,1ss.) "(S. Carrillo Alday, La Renovacion en el Espíritu Santo, Instituto de Teologia, México, 1984).

"A redescoberta do poder do Espírito Santo significa também a redescoberta dos seus Carismas. A Renovação Carismática está consciente de que esses dons gratuitos de Deus não foram privilégio da Igreja primitiva. Pertencem à vida normal da Igreja. Todo o seu valor está em serem dados para a construção da Igreja na caridade. (ICor 12-14). Não representam um fim em si, mas têm uma importância fundamental na edificação da Igreja com poder. Todos eles, até os que poderiam parecer mais insignificantes, devem ser apreciados como dons do Espírito Santo para contribuir poderosamente para a expansão e aprofundamento do Reino de Cristo. Por isso, precisamente nos nossos dias, eles são mais necessários neste mundo que nega o senhorio de Jesus. Eles, os Carismas, manifestam isso e ajudam a testemunhar que Jesus Cristo está vivo e atuante por intermédio do Espírito Santo"(Documento do Encontro Episcopal Latino-Americano, realizado e La ceja, Colômbia, em Setembro de 1987, n.31)

c) Para viver o Evangelho em plenitude:

 A renovação Carismática tenta restituir ao Espírito Santo o mesmo papel que teve nos primeiros momentos da Igreja. Pelo poder do Espírito santo os primeiros cristãos podiam descobrir Jesus ressuscitado como Senhor e Salvador, viver uma fraternidade impressionante, viver em comum com desconhecidos, partilhar o pouco que tinham, amar os não amáveis, perdoar a ponto de dar "a outra face", suportar perseguições e até o martírio...Esse poder só tem origem na Graça do Espírito Santo. "Daí ser absolutamente necessário apelar à Graça, aceitá-la como um dom e fazer do Espírito Santo o protagonista principal de toda a Renovação e até dos compromissos mais árduos. Na Renovação Carismática trata-se de fazer vida de toda esta teologia"(P Villarroel, Vida Nueva, 1981).

A obra do espírito Santo, ao provocar esta corrente de graça, também age e faz com que se dê uma confissão de fé, pelo louvor, o testemunho, a ardorosa vida sacramental, a adesão à Palavra de Deus, o amor e o compromisso com o próximo, no Senhor, especialmente com os mais necessitados, de muitas e diferentes maneiras; como faz que se verifique também a obediência àqueles que Deus chamou à Igreja para nos dirigir e discernir os caminhos do Espírito Santo.

d) Para evangelizar com poder sobrenatural:

 Hoje, podemos encontrar em diversos setores da sociedade, inclusive nos meio de cristãos, um materialismo que tem desprezado os valores cristãos e transformado o homem em escravo de ídolos como o dinheiro, o sexo e o poder. E o "secularismo", que relega Deus à condição de apenas um "ente" a mais, sem preocupar-se com sua existência, e acreditando que pode construir e viver eficazmente sua vida, encontrando a felicidade e a paz à margem Dele. De fato, esta é a tentação e o pecado de nossas origens: Ignorar a existência e a intervenção de Deus na vida e no mundo, crendo ser capaz de construir algo de bom por si mesmo. O secularismo, junto com o materialismo têm como consequência o desprezo à vida eterna e a todas as realidades sobrenaturais a serem vividas na vida temporal. A Renovação Carismática, ao usar os dons e carismas do Espírito Santo, levando a experimentar a verdade de que Deus existe e age sobrenaturalmente em todos os aspectos da vida humana, vai contra o materialismo e secularismo que têm arrastado o homem do bem Supremo e do fim último de sua vida.

e) Sendo testemunhas de Cristo Ressuscitado: 

Tomar Atos 2, 29-33. No dia de Pentecostes, após o derramamento do Espírito Santo, Pedro anunciou a Ressurreição de Cristo e o derramamento do Espírito santo como obras associadas: "Exaltado pela direita de Deus, havendo recebido do Pai o Espírito santo prometido, derramou-o como vós vedes e ouvirdes. E São Paulo que teve a experiência com Cristo Ressuscitado pregou: "Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e também é vã a nossa fé...E se Cristo não ressuscitou, é inútil a vossa fé, e ainda estais em vossos pecados...Se é só para esta vida que temos colocado a nossa esperança em cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de lástima"(I Cor 15,14.17.19). A RCC leva o homem a EXPERIMENTAR a verdade de que Cristo ressuscitou, e disto resulta uma transformação de valores e vida concreta que o torna testemunha viva desta verdade.

f) Contribuindo para renovar todas as formas de presença e de serviço de Cristo na Igreja e no mundo: 

O fato de a Renovação Carismática destacar a ação do espírito santo não diminui a dimensão cristológica da vida cristã. Jesus é será sempre o centro de toda espiritualidade sadia, dado pelo Pai (Rom 8,29). A obra do Espírito santo é precisamente nos levar até Jesus, inserir-nos Nele, fazer-nos acreditar Nele e nos incentivar a trabalhar como Ele, no Reino que o Pai Lhe deu como prêmio, no momento de sua morte (...) . Segundo a expressão de São Paulo, todo cristão é um embaixador de Cristo (II Cor 5,20), ou um cooperador de sua obra (I Cor 3,5-9)"(Benigno Juanes). Para isto existe a Renovação carismática, para levar mais e mais homens a viver com plena consciência, na Igreja e no mundo, o seu compromisso batismal, saindo de nós mesmos para nos entregarmos a Cristo, na pessoa dos nossos irmãos. Aqui entra a dimensão da abertura para o próximo, para todos os que precisam de nossa ajuda, em especial aqueles a quem o Senhor privilegiou com sua atenção durante sua vida, coisa que agora certamente deseja continuar fazendo por nosso intermédio: servir aos pobres, os oprimidos, os doentes e os pecadores (Ver Lc 4,18-19 e Jo 14,12).

Observação importante sobre o serviço da RCC:

" A renovação Carismática é uma graça para a Igreja"(Ives Congar). Essa afirmação é repetida sobretudo na voz dos supremos pastores da Igreja: Paulo VI, em seu discurso aos líderes da RCC em 1975 e João Paulo II em diversas oportunidades, manifestaram os mesmos sentimentos em relação à Renovação Carismática. Isto não deve ser motivo de orgulho, mas de consciência da Graça e da responsabilidade que lhe cabe, de ser fiel na escuta e na obediência à Deus sem nunca esquecer de que tudo o que fizer e que empreender tem de ser por obediência e sob a autoridade daqueles a quem o Senhor constituiu como sucessores dos apóstolos e guias de Sua Igreja.

Uma observação ainda sobre a identidade da RCC:


Tendo em vista tudo o que já foi visto, cabe aqui mencionar um erro já apontado por pessoas eminentes como o Cardeal Suenens, durante muitos anos delegado pessoal de Paulo Vi e, depois, de João Paulo II, para a Renovação Carismática, e de Monsenhor R, Coffy, arcebispo de Marselha. que durante algum tempo foi coordenador da RCC na França perante a Conferência Episcopal francesa.

"Não devemos permitir que a RCC seja vista como um 'movimento de oração', porque ela é mais uma corrente de conversão. Apoia-se com insistência na oração como ligar de acolhida do Espírito Santo, que faz nascer de novo (Jo 3,5) e muda de cima a baixo as nossas vidas para construir a Igreja"(ver Ato 2)

A RCC não é um movimento a mais, junto com os outros movimentos. Tampouco se trata de um super movimento; nem pretende encampar a obra do Espírito Santo ou entrar em comparação com os movimentos religiosos que o senhor tem provocado no seio da sua Igreja, e dos quais ela se beneficia constante e abundantemente.

O fato de, na prática, a Renovação poder funcionar como os movimentos, em nível diocesano e paroquial, não deve enfraquecer sua própria 'identidade', sem a qual deixaria de ser o que realmente é, e os próprios Sumos Pontífices querem que seja. Tampouco deve impedir que realize a missão que lhe é própria.

"O que diferencia a RCC de qualquer renovação ou movimento autêntico na Igreja é sua interpretação de que o papel do Espírito Santo não mudou na Igreja desde os primeiros séculos, e que hoje podemos experimentar sua efusão, seu poder e seus dons da mesma maneira que os cristãos primitivos "( Do Documento apresentado ao Papa João Paulo II pelo escritório Internacional da Renovação Carismática, em Roma, 1979).

Assim, podemos concluir que, em virtude de seus elementos essenciais, que vamos conhecer abaixo, ela não pode ser considerada um "movimento", mas uma "corrente de graça", enquanto que em virtude das suas estruturas, ou seja, dos meios através dos quais se manifestam os elementos essenciais, aí sim, pode-se considerá-la também como "movimento". Como a mais íntima realidade da RCC é constituída por seus elementos essenciais, é mais exato chamá-la de "corrente de graça".

III. Elementos Essenciais e meios Utilizados pela RCC

A Renovação Carismática encarna os elementos essenciais do Evangelho a fim de testemunhá-los, e o faz através de meios específicos:
Os elementos essenciais que encarna são os da Boa-Nova:
- O amor de aliança do Pai
- O senhorio de Jesus
- O poder do Espírito Santo
- A vida Sacramental
- A vida comunitária
- A oração
- A necessidade de evangelizar

Os meios utilizados são elementos que configuram a Renovação Carismática a partir de fora. Eles incluem:
- Os grupos de oração
- As comunidades de Aliança
- Os Seminários de Vida no Espírito
- Os retiros
- As assembléias e Conferências
- As publicações
- Os diversos ministérios que assumem e os compromissos que implicam

Os meios são o modo concreto com que a Renovação encarna os elementos essenciais do Evangelho. Eles são opcionais, mas nem por isto perdem sua importância, pois eles representam canais por onde passa a "corrente da Graça", como já é clássico denominar a RCC na sua realidade mais íntima. Usando de uma comparação, os elementos essenciais da RCC são como um rio, e os opcionais são como o leito por onde o rio corre. O rio deve correr pelo leito, sob pena de que a correnteza transborde ou seja enfraquecida. Assim, podemos dizer que os elementos principais são a finalidade principal dos meios, mas, por sua vez, necessitam dos meios para realizar-se em crescente plenitude. Tão unidos se encontram os meios aos elentos essenciais, que vêm a ser importante para sua identidade. Por isso, purificar e fortalecer esses meios, é levar à maturidade a renovação Cristã na sua mais íntima realidade. Sem os meios, ou com eles mal utilizados, ver-se-iam ameaçados os elementos essenciais; a ação do Espírito Santo, na Renovação Carismática, sofreria na sua eficácia; os carismas se enfraqueceriam; a conversão pessoal e comunitária ver-se-ia freada.

III. Missão da RCC e suas Metas

A Carismática, como "corrente de graça", tem um propósito específico: a explosão da força do Espírito Santo nos indivíduos e em toda a Igreja, para renová-los desde o seu mais profundo íntimo, com todas as suas consequências, de modo que possam realizar em si e em outros uma autêntica vida cristã, conforme o modelo dado pelo Pai: Jesus Cristo (Rm 8,29).

Como "movimento", tem um propósito pluriforme: em resumo, cabe enunciá-lo dizendo que procura penetrar com a mentalidade descrita, toda pessoa, todo treinamento, seja ele apostólico, sacerdotal, laical.
Assim, "O propósito da Renovação Carismática é penetrar nos indivíduos, nos movimentos, nas instituições, não para mudar sua 'identidade', mas para que suas vidas sejam transformadas em profundidade, e sejam equipados com os dons do Espírito Santo, para trabalhar com poder no Reino de Cristo, em todas as suas manifestações.

Quanto às suas metas, podemos sintetizá-las da seguinte maneira:
a) Levar os indivíduos a uma profunda conversão pessoal a Jesus cristo como Salvador e senhor, que se torne cada vez mais consciente e intensa;
b) Prepará-los para receberem a efusão do Espírito santo em um intinerário de conversão e de entrega total a Jesus;

c) Levá-los a compreender e experimentar pessoalmente o poder do próprio Espírito Santo, também pela aceitação e o uso dos dons espirituais carismáticos, para louvor do pai e construção de uma Igreja no amor. De outro modo, renovar o compromisso e a unção do Espírito Santo, dos Sacramentos do Batismo e da Confirmação;

d) Conduzi-los ao desenvolvimento de uma sólida espiritualidade cristã, de uma maturidade na qual cada um é fortalecido pelo Espírito Santo para realizar um trabalho específico no reino de Cristo, nos mais árduos compromissos por Ele, sobretudo pelo testemunho de vida e na evangelização;
e) E tudo isso em um contexto de fé, de esperança, de caridade e de uma práxis plenamente católica e eclesial".

Ser profeta nos tempos de hoje


Quero iniciar dizendo a todos vocês uma das primeiras palavras do Papa João Paulo II quando assumiu seu pontificado: “Não tenhas medo”.
E inicio assim, para você  se conscientizar e não ter medo nem vergonha de ser Cristão.  Ser Cristão é a maior honra para nós.  Mas não podemos ser apenas para nós, precisamos ser para os outros, precisamos ser profetas para os outros.
Dentro de nós já há um profeta. E profeta não é apenas aquela pessoa que prega, que sai dizendo de Deus a multidões. Profeta é todo aquele que assume que Jesus Cristo é o Senhor e sai mesmo que na simplicidade, por onde passa diariamente, escola, trabalho e etc. proclamando o amor de Deus.
Precisamos assumir que somos enviados por Deus. Precisamos assumir que somos sacerdotes, reis e profetas. Sacerdotes, porque temos que levar a palavra de Deus a todos. Reis, porque temos o reino de Deus, e profetas porque temos o dever de anunciar e denunciar.
Temos que ter a consciência de que anunciar não é uma missão fácil, e que seremos martirizados muitas vezes, talvez não como os mártires que davam a vida (martírio vermelho), mas um martírio branco, como dizia o Papa João Paulo II, um martírio até mesmo emocional e verbal, sem agressão física,  mas nem por isso menos doloroso.
É preciso não ter medo e acreditar que Deus honra aqueles que o honram.
Deus espera a nossa fidelidade para realizar na nossa vida e na vida dos  nossos o melhor. Deus espera sua fidelidade para tirar seu irmão das drogas, o seu pai do alcoolismo, sua mãe da depressão ou de quaisquer outras situações que te tiram a paz.
Mas lembre-se, a palavra de ordem hoje para você é: “Não tenhas medo”.
Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus. Coragem! Vale a pena ser um anunciador do reino de Deus nesse mundo.
Ricardo
Paróquia São Benedito – São Bernardo

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Igreja Católica Apostólica Romana


Naquele tempo; JESUS ENTÃO LHE DISSE...
...“E Eu te declaro: tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra Ela. Eu te darei as chaves do reino do céus: tudo que ligares na terra será ligado no céus, e tudo o que desligares na terra será desligado no céus”. (Mt 16,18-20)
        “ O Senhor Jesus, antes de subir ao Céu, confiou aos seus discípulos o mandato de anunciar o Evangelho a todo o mundo e de batizar todas as nações: “Ide a todo o mundo e pregai o Evangelho a todas as criaturas. Quem acreditar e for batizado será salvo, mas que não acreditar será condenado”. (Mc.16, 15-16); Todo o poder me foi dado no Céu e na terra. Ide, pois, fazer discípulos de todas as nações, batizai-os em nome do PAI, do FILHO e do ESPÍRITO SANTO e ensinai-lhes a cumprir tudo quanto vos mandei. E EU estou sempre convosco, até o fim dos tempos”. (Mt. 28, 18-20; Lc. 24, 46-48; Jô. 17, 18; 20, 21, At. 1,8).
         A missão universal da Igreja nasce do mandato de JESUS CRISTO e realiza-se através dos séculos, com a proclamação do mistério de DEUS, PAI, FILHO e ESPÍRITO SANTO e do mistério da encarnação do Filho, como acontecimento de salvação para toda a humanidade. São estes os conteúdos fundamentais da profissão de fé cristã:
     “Creio em um só Deus, Pai todo poderoso, Criador do Céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, JESUS CRISTO, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz de luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro; gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação desceu dos Céus. E se encarnou pelo ESPÍRITO SANTO, no seio da Virgem MARIA e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as escrituras; e subiu aos Céus, onde está sentado à direita do PAI. De novo há de vir em Sua Glória, para julgar os vivos e os mortos; e o Seu Reino não terá fim. Creio no ESPÍRITO SANTO, Senhor que dá a vida, e procede do PAI. Com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ELE que falou pelos profetas. Creio na Igreja una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para a remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos, e a vida do mundo que há de vir”.
         O Senhor Jesus, único Salvador, não formou uma simples comunidade de discípulos, mas constituiu a Igreja como mistério salvífico: Ele mesmo está na Igreja e a Igreja Nele (Jo. 15, 1-11; Gl. 3, 28; Ef. 4, 15-16; At. 9, 5); por isso, a plenitude do mistério salvífico de CRISTO pertence também a Igreja, unida de modo inseparável ao Seu Senhor. JESUS CRISTO, com efeito, continua a estar presente e a operar a salvação na Igreja e através da Igreja (Cl. 1, 24-27), que é o Seu Corpo (1 Cor. 12, 12-13; 27; Cl. 1, 18). E, assim como a cabeça e os membros de um corpo vivo embora não se identifiquem, são inseparáveis, CRISTO e a Igreja não podem confundir-se nem mesmo separar-se, constituindo ao invés um único “CRISTO TOTAL”. Uma tal inseparabilidade é expressa no Novo Testamento também com a analogia da Igreja Esposa de Cristo (1Cor. 11, 2; Ef. 5, 25-29; Ap. 21, 2; 9).
         Assim, e em relação com a unicidade e universalidade da mediação salvífica de Jesus Cristo, deve crer-se firmemente como verdade de fé católica a unicidade da Igreja por Ele fundada (Mt. 16, 18). Como existe um só CRISTO, também existe um só Seu Corpo e uma só Sua Esposa: “uma só Igreja católica e apostólica”. Por outro lado, as promessas do Senhor de nunca abandonar a Sua Igreja (Mt. 16, 18; 28, 20) e de guiá-la com o Seu ESPÍRITO (Jo. 16, 13) comportam que, segundo a fé católica, a unicidade e unidade, bem como tudo o que concerne a integridade da Igreja, jamais virão a faltar.
           Os fiéis são obrigados a professar que existe uma continuidade histórica – radicada na sucessão apostólica – entre a Igreja fundada por Cristo e a Igreja Católica: “Esta é a única Igreja de CRISTO (...) que o nosso Salvador, depois da Sua Ressurreição, confiou a Pedro para apascentar (Jô. 21, 17), encarregando-o a ele e aos demais Apóstolos de a difundirem e de a governarem (Mt. 28, 18 - ss); levantando-a para sempre como coluna e esteio da verdade (Tm. 3, 15). Esta Igreja, como sociedade constituída e organizada neste mundo, subsiste (subsistit in) na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele”.
Com a expressão “subsistit in” o Concílio Vaticano II quis harmonizar duas afirmações doutrinais: por um lado, a de que a Igreja de CRISTO, não obstante as divisões dos cristãos, continua a existir plenamente só na Igreja Católica e, por outro, a de que “existem numerosos elementos de santificação e de verdade fora de sua composição”, isto é, nas igrejas e comunidades eclesiais que ainda não vivem em plena comunhão com a Igreja Católica. A cerca destas, porém, deve afirmar-se que “o seu valor deriva da mesma plenitude da graça e da verdade que foi confiada a Igreja Católica”.
         Existe portanto uma única Igreja de Cristo, que subsiste na Igreja Católica, governada pelo Sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele”. (Declaração “Dominus Jesus”)
         Há mais de 2700 anos DEUS ESPÍRITO SANTO já tinha definido esta verdade ao profeta Isaías:
         “Eis Meu Servo que EU amparo, Meu Eleito ao qual dou toda a Minha afeição, faço repousar sobre ELE meu ESPÍRITO, para que leve ás nações a VERDADEIRA RELIGIÃO. Ele não grita, nunca eleva a voz, não clama nas ruas. Não quebrará o caniço rachado, não extinguirá a mecha que ainda fumega. Anunciará com toda a franqueza a VERDADEIRA RELIGIÃO; não desanimará, nem desfalecerá, até que tenha estabelecido a VERDADEIRA RELIGIÃO; sobre a Terra, e até que as ilhas desejem Seus ensinamentos”. (Is. 42, 1-4)
         Esta profecia cumpriu-se, quando Nosso Senhor JESUS CRISTO ungiu o Apóstolo Pedro como responsável pela condução da Sua Igreja: “E Eu te declaro: tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra Ela”. (Mt 16,18)
         “Apoiada na Sagrada Escritura e na tradição, ensina (o Concílio) que esta Igreja peregrina é necessária para a salvação. O único Mediador e o caminho da salvação é CRISTO, que se nos torna presente no Seu Corpo, que é a Igreja. Ele, porém, inculcando com palavras expressas a necessidade da fé e do batismo (Mc. 16,16; Jo. 3,5), ao mesmo tempo confirmou a necessidade da Igreja, na qual os homens entram pelo batismo como por uma porta. Por isso, não podem salvar-se aqueles que, sabendo que a Igreja Católica foi fundada por Deus, através de Jesus Cristo como instituição necessária, apesar disto não quiserem nela entrar ou nela preservar”. (Constituição dogmática “Lunem Gentium” (14a))
         “A Igreja foi fundada no tempo por CRISTO Redentor”. (“Gaudium et spes” (40 b))
         “O CRISTO Senhor fundou uma só e única Igreja”. (“Untatis Redint gratio” (1a))
         “Ele fundou sua Igreja como o Sacramento da salvação”. (“Adgentes” (5a))
         “(...) Jesus aponta Sua Igreja como caminho normativo. Não fica, pois, à discrição do homem o aceita-la ou não, sem conseqüências”. (Puebla – 1979)
         “De nossa análise consta que a autêntica Igreja não pode ser entendida como uma utopia que visaria atingir todas as “Comunidades” hoje divididas e separadas. A verdadeira Igreja, bem como sua unidade, não são exclusivamente uma realidade futura. Elas já se encontram na Igreja Católica, na qual está realmente presente a Igreja de CRISTO”. (Pontifícia Comissão Teologia Internacional – 1984)
         “Não se salva, contudo, embora incorporada à Igreja, aquele que, não perseverando na caridade, permanece no seio da Igreja com o corpo, mas não com o coração. (...) Se a Ela (os batizados) não correspondem por pensamentos, palavras e obras, longe de se salvarem, serão julgados com maior severidade”. (Lúmen Gentium, nº 14)
         Sua Santidade, o Papa Bento XVI, é o papa de número 265 na história da Igreja, portanto, o 264º sucessor de São Pedro. Ou seja, desde que Nosso Senhor Jesus Cristo delegou aos homens o poder máximo: A condução de Sua Igreja, única instrumento pleno de salvação das almas.

Big Brother


Big Brother

Usa-se a justificativa de que o Big Brother retrata a sociedade. Aqui é necessária uma correção: "retrata o que de pior há em nossa sociedade" para satisfazer a gula doentia que, estimulada, salta para fora e passa a fazer parte da normalidade cultural

Notícia publicada na edição de 22/01/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 002 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.


 Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues
 
Aristóteles (384 a. C. -- 322 a. C), havia proposto que a felicidade é o bem sempre desejado pelo ser humano e que a prática das virtudes, capitaneadas pelas virtudes cardiais -- Prudência, Temperança, Fortaleza e Justiça --, é o único meio de construir uma sociedade onde seja possível a felicidade. E ensinou também que as virtudes deviam ser a primeira preocupação da sociedade na educação das crianças. A Tradição cristã-católica, especialmente através de Tomás de Aquino, assumiu preciosos elementos da ética Aristotélica, percebendo que a proposta de Aristóteles oferecia uma visão antropológica que ajudava a entender, por via racional, a revelação cristã como oferta de um caminho de verdade para o desejo mais profundo do ser humano: ser feliz. Tendo como horizonte de vida as virtudes cardiais, a tradição cristã procurou sistematizar também a compreensão do mal moral, propondo que os pecados todos têm como raiz, os chamados vícios (pecados) capitais: Soberba (orgulho desejo de poder, vaidade, sucesso...), Inveja, Cólera (ira, raiva...), Preguiça, Avareza (cobiça...), Gula e Luxúria. Não vejo nunca o Big Brother, mas ouço sua propaganda e leio as notícias e as opiniões de muitas pessoas sobre.

 Depois da suspeita de estupro no BB Brasil, em cena de sexo regado a cerveja, entrei no Google e li que na Inglaterra, "depois de umas grades de cerveja e de umas caixas de vinhos, os 14 concorrentes ficaram tão desinibidos que resolveram promover uma festa pelados na piscina." Mais: "Os produtores do Big Brother não acreditaram quando viram que triângulos amorosos começaram a surgir em cada quarto da casa, segundo o jornal Daily Star". Eis aí, prezado(a) leitor(a), como o que há de pior em nossa sociedade (a droga do álcool e a luxúria juntos, pecados contra a virtude da temperança) se torna meio de ganhar dinheiro (avareza). A Soberba se encarrega de transformar em coisa linda a degradação do que há de mais nobre no ser humano: o amor.

 É o amor que dá sentido a todas as relações que estabelecemos com os outros. A Soberba, na reflexão cristã, está presente toda a vez que o ser humano mente para si mesmo, fazendo soar como verdadeira a negação da verdade. Assume-se o lugar de Deus, o Supremo Legislador, que nos deu os mandamentos para apontar-nos o caminho que conduz a pessoa e a sociedade ao verdadeiro bem (a Paz). Santo Tomás, ao falar dos pecados capitais, afirma que estes "são sumamente atraentes, tanto que por eles o ser humano comete muitos outros pecados". São desvios do grande desejo do Bem, colocado por Deus nas profundezas do ser humano. Santo Agostinho experimentou esta verdade até a exaustão: "...mas eu caminhava em meio às trevas, por um caminho escorregadio, procurando a Ti fora de mim, e não achava, pois tu és o Deus do coração. E então cheguei ao fundo, desprovido de esperança, já perdida em mim a fé de ver a verdade face a face" (As Confissões, Liv. 6). 

A Soberba está presente na luxúria e na gula (a voracidade do prazer da comida, da bebida e do sexo) quando se promove à dignidade de bem o que vilipendia o ser humano e ofende a divina sabedoria e o verdadeiro amor. Toda tentativa de justificar o pecado é violência à verdade e ao testemunho da própria consciência. É assim que a miséria moral, apelidada de amor, se torna linda, conforme soube que afirmou Pedro Bial comentando cena recente (estupro?) do BB brasileiro. 

Ora, uma afirmação como esta no contexto do BB "o amor é lindo" - traduz exatamente o esforço em transformar em beleza o mau gosto e o vazio de valores de uma cultura que corre atrás do sucesso e do dinheiro fácil. Big Brother é um escárnio -- uma espécie de vômito -- contra tudo o que ainda existe de eticamente saudável na sociedade. É atentado violento ao pudor colocado na vitrine midiática, ao alcance de todos. Usa-se a justificativa de que o Big Brother retrata a sociedade. Aqui é necessária uma correção: "retrata o que de pior há em nossa sociedade" para satisfazer a gula doentia que, estimulada, salta para fora e passa a fazer parte da normalidade cultural. O(a) leitor(a) que quiser ter uma amostra do que está acontecendo em nossa sociedade, pesquise no Google "bebida e sexo entre adolescentes" e encontrará farto material sobre o assunto. Assim: "Jovens fazem festa com sexo e bebida na Quinta da Boa Vista" e, em seguida: "A Dcav (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima) está dando uma olhada em imagens onde aparecem jovens de uniforme, ou seja, matando aula, consumindo bebidas alcoólicas, além de casais se embolando e camisinhas jogadas pelo gramado do parque". 

O BB estimula esse tipo de comportamento ao conseguir empolgar telespectadores e envolvê-los nesse jogo sujo. Uma coisa é retratar a realidade doentia na cultura de modo a produzir rejeição e outra, oposta, é retratá-la travestida de beleza.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Namoro Relacionamento a Três

Atualmente tem sido muito comum encontrar jovens feridos, insatisfeitos e até decepcionados com o namoro. Que razão pode haver para tanto descontentamento? Será que o amor verdadeiro é uma ilusão? 

Na verdade, de uma forma sorrateira, a mentalidade hedonista – da busca do prazer pelo simples prazer – do mundo de hoje tem privado a muitos de conhecer e experimentar a beleza do autêntico amor humano, dom de Deus. Tem feito especialmente nossos jovens chamarem de amor o que não passa de uma frágil atração física. Tem nos ensinado que homem e mulher precisam constantemente medir forças, que temos de tirar algum proveito do outro e mais algumas aberrações... O grande problema é que esse tipo de relacionamento está muito longe do que Deus pensa sobre o namoro e é definitivamente incapaz de satisfazer a alma humana. 

Diante disso, queremos lançar sobre esses jovens um olhar de esperança e dizer: é possível hoje viver um verdadeiro amor! Para isso, olhemos, a partir de agora, o namoro com os olhos do Espírito Santo e peçamos a Ele que arranque qualquer vestígio da mentalidade do mundo que ainda possa haver em nós. 

Para começar, tenhamos em mente que, se quisermos usufruir as bênçãos e colher bons frutos de um relacionamento, não podemos queimar etapas. A amizade é necessariamente o primeiro passo. Estreitar os laços, conhecer os pensamentos, os valores, as virtudes e também as fraquezas um do outro. Nunca se contentar com as aparências, mas mergulhar na simples verdade do outro. Essa é uma fase muito gratificante, porque temos a oportunidade de descobrir as grandes riquezas do outro e de lhe revelar as nossas. Vale lembrar que é também um tempo propício ao autoconhecimento, imprescindível a qualquer tipo de relacionamento. É a partir daí que o sentimento começa a tomar forma, a amadurecer. Só então a nossa razão, agora livre de paixões enganadoras, poderá ser capaz de enxergar o que realmente sentimos um pelo outro e de fazer uma opção sensata. 

E aí? Estamos prontos para namorar? Calma, ainda falta algo indispensável: conhecer a vontade de Deus. É preciso que os dois estejam atentos à sua Santa Vontade e que haja sempre uma partilha sincera de suas orações. O namoro deve estar sempre embasado no Senhor, caso contrário, será algo desordenado, uma busca de ambas as partes de se satisfazerem da maneira mais egoísta: de serem amados e não de amarem (a ordem dos fatores, neste caso, altera o produto); não existirá lugar para a gratuidade, para as delicadezas e para a feliz renúncia em favor do outro. Sendo assim, podemos concluir sem medo: todo namoro deve ser um relacionamento a três. De um lado, o rapaz, com seu jeito próprio de ser se derrama em amor para com a moça. Por sua vez, a moça, com a delicadeza que lhe é peculiar, busca amar o rapaz como ele é. No centro, Aquele que é a fonte de todo amor: Deus!!! 

Agora que estamos aptos para um novo tipo de relacionamento, que tal consagrá-lo a Nossa Senhora? Ela será uma ajuda necessária nos desafios do dia-a-dia. Ninguém melhor que a Mãe de Jesus para nos ensinar a viver a castidade, a dar sem esperar recompensa e a perder para que o outro ganhe. Que mulher admirável recebemos como mãe e que cuidado ela tem pelos que se lhe confiam! 

Por fim, recordemos sempre que não há maior amor do que dar a vida por quem se ama. Não é isso que Jesus nos ensina?! 

Estamos tendo agora, não só o prazer de escrever sobre um tema tão belo para nós e Deus, mas também a alegria de, nas nossas vidas, testemunhar isto. Passamos por cada fase, vivendo cada etapa, vencendo cada desafio. Hoje, ao olharmos para trás, comprovamos a beleza de viver o tempo de Deus para cada coisa. Pondo este mesmo olhar no presente, testemunhamos a vitória do amor humano elevado à caridade de Cristo nas nossas vidas. E no futuro? Bem, o futuro a Deus pertence, mas com certeza ansiamos um dia estarmos diante do altar selando este tão belo amor que teve início numa amizade... 

Fonte: Arquivo Shalom

Quem é o Diabo


Palestra do padre Gabriel Amorth não Umbria International Film Fest

Por Lucas Marcolivio
TERNI, quinta-feira, 24 de novembro de 2011 ( ZENIT.org ) - Quem e O Diabo? Qual E Seu Nome real? Quão Poderoso é? Como si uma manifestação SUA obra destruidora NAS VIDAS dos Homens? 
Estás e Outras Perguntas semelhantes foram respondidas Pelo Padre Gabriel Amorth, célebre Exorcista italiano, EM UMA vídeo-intrevista Ontem Projetada A Tarde Durante o Umbria International Film Fest, os antes pouco da Projeção do filme O rito de Mikael Hafstrom, Cujo Objeto e precisamente o Exorcismo.
O Diabo, Disse o padre Amorth, essencialmente é "UM Espírito puro CRIADO Por Deus Como Um Anjo". Como OS Homens, also Os Anjos foram submetidos à Prova de UMA obediência, Que Satanas - Que era o Mais Brilhante dos Espíritos celestes - se rebelou.
Satanas e, portanto, o Primeiro Diabo da História sagrada, EO Mais Poderoso de Todos. ASSIM Como não Céu, com os Santos e anjos, NAS SUAS varias Categorias, also inferno não HÁ UMA hierarquia. Enquanto o Reino de Deus e governado Pelo amor, o Reino de Satanas e dominado Pelo Ódio. "Os Demônios odeiam si Entre SI EA SUA baseada hierarquia e sem terror", Disse o padre Amorth.
"Um dia - Disse o Exorcista -..? Eu estava Quase Libertando UMA Pessoa possuída Por hum demonio Que nao era Nem MESMO UM dos Mais Fortes Por quê VOCÊ nao vai embora, perguntei-LHE porqué - me respondeu - se eu me Sair Satanas punirá ". A finalidade da existência dos Demônios é "arrastar o Homem AO Pecado e trazê-lo par o inferno", Disse Amorth.
O Que É, entao, Que impulsiona o Homem uma louca ESTA obra de auto-condenação e Destruição? Segundo o padre Amorth, O Homem e Semper impulsionado Pela "Curiosidade", Uma inclinação Que PoDE serviços "Positiva UO negativa dependendo das circunstâncias".
'Triunfo' O Verdadeiro do Demonio, porém, e Que elemento está offline "sempre escondido" eA Coisa Que Mais Que deseja e nao se "Acredite nd SUA existência". Ele "estuda um CADA UM de NÓS, NAS SUAS Tendências parágrafo O Bem e mal o parágrafo, e DEPOIS suscita como tentações", aproveitando-si das fraquezas Nossas.
A Contemporânea Época, afinal de contas, e representada precisamente Pelo total de esquecimento da Figura do Diabo Que, ASSIM, OS SEUS consegue Mais IMPORTANTES sucessos. Si uma humanidade perde o SENTIDO do Pecado, e Quase Automático Que entrem ideias de Opaco "o Aborto EO Divórcio sejam UMA conquista da Civilização e nao hum Pecado mortal", Disse Amorth.
Óbvio e Que o Diabo está offline Por Trás de Práticas Como o ocultismo bis magia, e Aqui comeu, "aproveitando uma Curiosidade Nossa". Quem Quiser "Conhecer o Próprio Futuro UO Falar com OS Mortos", Por Exemplo, vai, ainda SEM Querer, encontrar-SE com o demonio.
O padre Amorth nao descarta Nem sequer o filme Harry Potter: o ídolo literário e cinematográfico de tantas Crianças AO Redor do Mundo e, de Fato, de acordo com o Exorcista, Uma Mensagem Publicitária da "magia" apesar de serviços vendido "comeu MESMO los Livrarias Católicas".
Perigosas e desonestas, parágrafo Amorth, São also como Práticas Orientais aparentemente inócuas Como o Yoga: "Voce Acha Que está offline Fazendo par relaxar, Mas lev AO Hinduísmo - explicou o Exorcista - Todas as Religiões Orientais São baseadas nd Falsa crença da reencarnação".
Perguntado si Satanas atormenta Mais como almas dos ateus OU aquelas dos crentes, o padre Amorth Disse Que O Mundo pagão e Mais vulnerável AO Diabo faz Que o Mundo Cristão UO crente, não entanto, "um ATEU e Mais Difícil Que Venha Visitar hum Sacerdote" .
Amorth, Que Disse ter exorcizado also "muçulmanos e hindus", salientou: "Se viesse Comigo UM ATEU eu Diria parágrafo MIM MESMO Que, de Todos Modos, estou agindo los nomo de Jesus Cristo e LHE recomendaria Que si informasse Sobre Quem fossa Cristo" .
Um Aspecto curioso e Nem Por ISSO Secundário do Trabalho de hum Exorcista está offline Ligado EAo nomos dos Demônios. "A Primeira Coisa Que eu pergunto AO possuído e qua SEJA o Seu Nome - Disse o padre Amorth -. Sé elementos Responde-me com o nomo Verdadeiro parágrafo o Diabo JÁ UMA e derrota: um Forcado FOI dizer A Verdade, um Sair do esconderijo" .
Caso contrario, o Diabo vai responder CADA Vez com hum Nome Diferente. "Os Demônios nd Realidade, Como Os Anjos, nao dez nomos - Disse Amorth - mas si atribuem apelidos ATÉ MESMO bobos, Como Isbò: Este era hum hum Diabo com Nome estúpido, Mas poderosíssimo, AO Ponto de ter conseguido Matar hum hum Exorcista e bispo ".
O padre Amorth afirmou also Que uma Pessoa possuída nao necessariamente está offline los Pecado mortal, porqué "Satanas PoDE Tomar o Corpo, Mas nao uma alma", e advertiu Que o demonio nao Só atua com uma possessão, also Mas com o Assédio, a Obsessão eA infestação (ESTA jornal Última referida principalmente uma físicos CRP).
O malefícios Associados à Práticas Ocultas (feitiços, Vudu, macumba, faturas, etc), São "muito Raros", Disse o Exorcista.
Aqueles Que rezam e Que confiam los constantemente Deus "nao devem ter Medo" do demonio.Alem dissociação, o padre Amorth Disse Que Nunca Teve Medo do Diabo Durante OS exorcismos. "Às vezes - deixou Claro - eu estive com Medo de machucar alguem fisicamente porqué, Por Exemplo, e arriscado exorcizar UMA Pessoa Doente do coração".
Amorth concluiu uma Entrevista Confirmando Que muitas Pessoas, de Fato, vendem SUA alma AO Diabo, mas, ironicamente, elementos acrescentou, "Eu tenho muitos Queimado Contratos 

Pastoreio

Pastoreio 

"Vendo a multidão, ficou tomado de compaixão, porque estavam enfraquecidos e abatidos como ovelhas sem pastor" (Mt 9,36), 

As vezes, olhando para o povo de Deus, temos a mesma sensação de Jesus quando olhou para aquela multidão que o seguia e comparou-a a ovelhas sem pastor. Para Ele aquele povo precisava de alguém que os acompanhasse todos os dias, que os fizesse crescer individualmente, que os conhecesse pessoalmente, vendo suas limitações, suas fraquezas, suas necessidades. Aquele povo precisava de alguém que caminhasse com ele assim como as ovelhas precisam de um pastor. Aquele povo precisava de um pastor que soubesse cuidar, ensinar, ajudar a cada um deles, assim como Jesus fez com seus doze apóstolos. Eles precisavam de pastores que não conduzissem as pessoas para si próprios, mas para Deus, para os caminhos do Senhor e do Evangelho. 

Sentimos o mesmo hoje em dia. Vemos uma grande multidão de pessoas que se assemelha a um rebanho sem pastor, porque há poucos coordenadores de grupo de oração, líderes, sacerdotes, dispostos a darem verdadeiramente suas vidas pelas suas ovelhas. A Igreja está carente de pessoas que gastem seu suor, que invistam seu tempo, suas orações, suas lágrimas e até mesmo o seu sangue pelas ovelhas que o Senhor lhes confia. 

Dar a vida pelas ovelhas. 

Quando Jesus falou do Bom Pastor Ele disse que o bom pastor é aquele que dá a vida pelas suas ovelhas. E deu, Ele próprio, o exemplo. Deu a Sua própria vida por nós. Derramou até a última gota de seu sangue pelas suas ovelhas. 

Mas, dar a vida não é somente "morrer". Dar a vida é dar tudo o que se possui, é dar o seu dia-a-dia, é dar as suas energias, os seus pensamentos, as suas orações, o seu cuidado, o seu zelo por aquele que Deus lhe confiou, como se fosse o próprio Jesus. É levá-los aos caminhos do Senhor e ajudá-los a caminhar nesta direção. É pegar a ovelha desgarrada, magra, ferida, suja, como muitos irmãos que chegam ao nosso grupo e cuidar delas. 

Entretanto, esses irmãos, muitas vezes, continuam do mesmo jeito, por quem zele por eles. E é por isso que precisamos de pessoas que se esqueçam de si, dos seus problemas, e que invistam suas vidas no Senhor Jesus e nas ovelhas que Ele lhes confiar. 

Os nosso grupos de oração estão cheios de pessoas feridas, marcadas pela vida, precisando de libertação, de cura, de orientação, precisando aprender a caminhar firmemente no Senhor. Nossos grupos estão cheios de pessoas que não caminham na vida cristã porque não há quem as ajude. E, consequentemente, este grupo não caminha. 

Em Ez 34,1-10, Deus nos fala dos pastores infiéis que só cuidam de seus próprios pastos, de seus interesses. Acham que pastorear é simplesmente dirigir uma noite de oração, é ficar na frente satisfazendo a si próprios, às vezes com vaidade, com orgulho, com sede de aparecer. Os pastores infiéis não dão nem atenção às suas ovelhas e acham até importuno quando elas os procuram. 

E não pode ser assim. Quando procedemos desta maneira estamos satisfazendo a nós próprios. O Senhor nos entregou um rebanho, e é através deste rebanho que Ele quer realizar a sua obra. Ele quer usar as nossas mãos, os nossos braços, as nossas pernas, a nossa oração. Ele quer que nós protejamos essas ovelhas e as façamos crescer. 

Os nosso grupos precisam de pastores segundo o coração do Senhor. 

A experiência do discipulato. 

Nós não podemos nos contentar somente com uma noite de oração, porque Deus quer mais, muito mais. E o primeiro passo da caminhada que nós devemos dar é a experiência do discipulato. 

Ora, a obra mais importante de Jesus, aqui na terra, foi dar a sua vida, morrer na cruz, derramar o seu sangue para nos libertar do domínio das trevas e do seu inimigo. Mas houve outra coisa. Depois da obra da redenção, a mais importante foi a preparação dos doze apóstolos. E é esta a obra de Jesus que devemos imitar através da experiência do discipulato. 

Jesus pregou para multidões, fez milagres e realizou prodígios, porém seu trabalho mais importante foi tomar doze homens, acompanhá-los, formá-los, fazê-los crescer, fazê-los discípulos. 

Quando Jesus morreu e ressuscitou, o Espírito Santo foi derramado sobre seus discípulos, estes discípulos que foram preparados durante três anos por Jesus, que caminharam, que aprenderam a fazer prodígios e maravilhas com Ele. Jesus subiu aos céus, mas deixou onze imagens suas, onze pessoas que iam fazer o que Ele fez; com o poder do Espírito Santo, é claro, porque sem o poder do Espírito Santo nada é possível.

O discipulato que Jesus fez com aqueles apóstolos foi a base para que o Espírito Santo pudesse realizar a sua obra. Como vemos, esta formação é essencial para as comunidades. 

Formando discípulos dentro dos grupos de oração. 

Dentro de nossa comunidade, temos vivenciado a experiência do discipulato há algum tempo. Em nossa comunidade cada grupo de oração se reúne um dia na semana para ter meia hora de ensino e uma hora e meia de oração. Além disso, o pastor de cada grupo, escolhe algumas pessoas do grupo que ele percebe que têm mais docilidade ao Espírito Santo e que podem ser instrumento eficazes do Senhor. Ou seja, o pastor, em oração, pede ao Senhor discernimento espiritual para escolher as pessoas do grupo mais abertas ao Espírito Santo para serem, com ele, instrumentos do amor e da graça de Deus. 

Escolhendo, por exemplo, seis pessoas (isto vai depender do tamanho do grupo), elas vão fazer parte do grupinho de partilha do pastor. O pastor vai ter uma reunião a parte com elas, semanalmente, para formá-las e partilharem o seu crescimento no Senhor. Vale salientar que o grupo de partilha não é um poço de derramamento de problemas e lamentações, mas um poço de crescimento na fé. Neste grupo são partilhadas as graças que o Senhor tem dado a cada um e as dificuldades, para juntos, uns rezarem pelos outros e crescerem em comunhão com o Senhor. Pode haver também um momento de doutrina, onde pode-se tomar uma passagem bíblica e partilhar sobre ela. 

Na mesma semana, ou na semana seguinte, cada um dos seis vai se reunir com outros seis do grupo e vai fazer uma experiência que o pastor fez com eles. E é assim que vão sendo formada pessoas maduras no senhor. O pastor é responsável pelo crescimento daqueles seis e cada um dos seis vai ser responsável pelo crescimento dos outros seis. 

Outra que fazemos na nossa comunidade é o estudo bíblico dirigido. Semanalmente, distribuímos uma folha com o estudo bíblico, para que todos os membros do grupo p façam durante a semana e caminhem no mesmo direcionamento. 

É importante salientar que fazer parte da Renovação Carismática não é só ir toda semana ao grupo de oração. O grupo de oração é o primeiro passo de algo muito maior que Deus está construindo. É preciso oração pessoal, estudo bíblico e os sacramentos. 

E o pastor tem uma responsabilidade muito maior. Como é que vai formar pessoas em oração, se não é fiel na sua? Como é que vai mandar as outras fazerem estudo bíblico, se ele mesmo não o faz? O pastor precisa da Eucaristia diária, precisa de confissão mensal. Nós fomos chamados a ser santos pelo Senhor. E aquele que está à frente precisa ser exemplo, precisa ser luz. 

Portanto, precisamos buscar a experiência do discipulato e implantar no nosso grupo a partilha orientada, pois devemos ser pastores segundo o coração de Deus. E o pastor segundo o coração de Deus é aquele que cuida de cada ovelha, ajuda-a a crescer, que dá a sua vida, que gasta o seu tempo. O pastor segundo o coração de Deus é aquele que investe todo o seu ser neste Reino de Deus, que faz este reino brilhar, quer na paróquia, no ou na comunidade.

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EXORCISMOS: REFLEXÕES TEOLÓGICAS E ORIENTAÇÕES