quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

ENF 2010 será transmitido ao vivo pela WebTV

ENF 2010 será transmitido ao vivo pela WebTV





Para aqueles que não poderão estar presentes no Encontro Nacional de Formação (ENF), em Lorena/SP, o evento poderá ser acompanhado ao vivo pela transmissão da WebTV da RCCBRASIL que estará disponível a partir de quinta-feira, dia 28, para a Santa Missa de abertura.

O link de transmissão da WebTV poderá ser acessado no site http://encontro.rccbrasil.org.br. Os momentos como pregações, animação e Celebrações Eucarísticas serão transmitidos pela internet. Devido à logística do local não haverá transmissão da Santa Missa no terreno da RCC em Canas, com o lançamento da pedra fundamental da construção da Sede Nacional.

Os internautas poderão acompanhar as notícias, fotos e entrevistas em tempo real, através do trabalho realizado pelo Departamento e Ministério de Comunicação Social da RCC do Brasil.


Fonte:  http://www.rccbrasil.org.br/noticia.php?noticia=5820

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Culto Afro ! O que o Papa diz a respeito?




O que o papa diz do Culto Afro?



Discurso do Papa aos Bispos do Nordeste 3 da CNBB, em 29/9/95, no Vaticano, em visita “ad limina”: 
 

“Primeiramente, convém perguntar´se acerca da conveniência de dar ao culto litúrgico uma feição afro´brasileira, como tenho constatado em algumas circunstâncias, onde o elemento negro é bastante acentuado. Todos sabemos que a interação dos costumes e tradições dos brancos, com a maneira de ser dos escravos negros vindos da África, trouxe ao vocabulário, à sintaxe e à prosódia da lingua portuguesa falada no Brasil uma feição própria... Salta, porém, à vista de que se estaria distanciando da finalidade específica da evangelização, acentuar um destes elementos formadores da cultura brasileira, isolá´lo deste processo interativo tão enriquecedor, de modo quase a se tornar necessária a criação de uma nova liturgia própria para as pessoas de raça negra. Mais ainda, quando se pretende dar a um tal rito litúrgico uma apresentação externa e uma estruturação ´ tanto nas vestes como na linguagem, no canto, nas cerimônias e os objetos litúrgicos ´ que acabam por assumir elementos provindos do assim chamados cultos afro´brasileiros, sem a rigorosa aplicação de um discernimento sério e profundo acerca de sua compatibilidade com a Verdade revelada por Jesus Cristo.

Assim, por exemplo, é preciso manter uma adequada e prudente vigilância em certos ritos que inspiram a aproximação do augusto Mistério Trinitário ao panteão dos espíritos e divindades dos cultos africanos, chegando´se mesmo, em certos casos, a modificar as fórmulas sacramentais em sua referência trinitária; mais ainda, deve´se assinalar, corrigindo oportunamente, a introdução no rito sacramental católico ´ a Santa Missa, mas também em outros sacramentos ´ de ritos, cantos e objetos pertencentes explicitamente ao universo dos cultos afro´brasileiros.

Faz´se necessária urgente e corajosa vigilância dos Bispos, para a solerte e imediata correção de tais excessos, sempre que eles se manifestem. A Igreja católica tributa um sincero respeito em relação aos cultos afro´brasileiros, mas considera nocivo o relativismo concreto de uma prática entre ambos ou de uma mistura entre eles, como se tivessem o mesmo valor, pondo em perigo a identidade da fé cristã católica. Ela sente´se no dever de afirmar que o sincretismo é danoso alí onde a verdade do rito cristão e a expressão da fé podem facilmente ser comprometidas aos olhos dos fiéis, em detrimento de uma autêntica evangelização.”

FONTE:http://www.cleofas.com.br/virtual/texto.php?doc=PERGUNTA_RESPOSTA&id=prs0679
(L’Osservatore Romano n. 40 de 7/10/95, p.7)

Sentido do Sofrimento!


Pergunta — Se Deus é nosso Pai, por que Ele permite a guerra, a doença, a fome? Por que Ele permite que seus filhos sofram? Por favor, me ajudem! 
 
Resposta — O apelo final por ajuda indica uma pessoa submetida a muitos sofrimentos, que deseja entender a razão deles em face de um Deus que é Pai de misericórdia: “Compassivo e misericordioso é o Senhor, paciente e cheio de misericórdia; o Senhor é suave com o mundo todo, e suas misericórdias se estendem sobre todas as suas obras” (Ps 144,8-9). Como explicar, então, que Deus permita que soframos?
Como primeiro movimento de uma alma católica e sacerdotal, me compadeço desses sofrimentos e peço a Maria Santíssima que interceda junto a Deus Nosso Senhor para que eles sejam diminuídos na medida do possível. Mas há uma quota de sofrimento, variável no modo e na intensidade, que cada um de nós nesta vida tem de carregar. Para esse sofrimento peço a Deus, em favor da consulente, a paciência e a resignação de alma, tão agradáveis a Nosso Senhor e tão cheias de frutos para nossas almas.
A pergunta tem um alcance mais profundo do que talvez a própria consulente imaginou ao formulá-la. Com efeito, ela incide sobre uma discrepância fundamental entre o espírito católico e o mundo moderno. Esse ponto de discrepância consiste na seriedade com que devemos encarar a vida nesta Terra.

A grave crise de seriedade
O mundo moderno vive um momento de grande decadência espiritual e moral, que teve origem numa grave crise de seriedade. Essa crise veio se desenvolvendo ao longo de séculos, mas até a I Guerra Mundial (1914-1918) a sociedade ainda conservava importantes traços de seriedade. Fotografias e filmes da época mostram pessoas geralmente sérias, tanto nas cenas da vida quotidiana como em ocasiões de solenidade. Entretanto, a partir de então, o processo que leva a ter uma posição superficial perante a vida sofreu uma aceleração rápida, em conseqüência principalmente da difusão do “espírito de Hollywood”. Assim chamamos o espírito disseminado pelos filmes provenientes dos Estados Unidos (os quais, aliás, segundo observadores dignos de crédito, apresentavam a mentalidade norte-americana não de modo autêntico, mas caricatural). O fato é que, em poucas dezenas de anos, implantou-se em todo o Ocidente um modo otimista, risonho e superficial de encarar a vida, caracterizado pela convicção gratuita de que o desenrolar dos acontecimentos termina sempre num happy end. Isto é, tudo nesta vida tem um final normalmente feliz.
Tal estado de espírito predispõe a considerar o sofrimento como um intruso no decurso normal da vida. Assim, para compreendermos sem dificuldade a razão de ser do sofrimento no plano divino, temos que expungir de nossa alma todo resquício de espírito hollywoodiano que, mesmo sem o percebermos, se tenha introduzido em nós. Para isso, nada melhor do que nos compenetrarmos de que a vida é séria, extremamente séria.


O sofrimento e a salvação das almas
O fundamento mais tangível dessa seriedade é que temos uma alma a salvar: o desfecho de nossa história pessoal será uma vida eternamente feliz no Céu ou uma vida eternamente desgraçada no inferno. A graça de Deus nos chama constantemente para as vias da salvação, mas a escolha do caminho depende também de nossa cooperação — ou não cooperação... — com essa graça. E nesta alternativa se joga tudo por tudo! Como, então, passar a vida sorrindo tolamente diante dessa dupla perspectiva final?
O sofrimento entrou no mundo pelo pecado. A conseqüência do pecado de nossos primeiros pais, Adão e Eva, foi sua expulsão do Paraíso terrestre, a condenação à morte e o fechamento do Céu para o gênero humano. Deus, porém, que é Pai de misericórdia, apiedou-se da humanidade e determinou que a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade se fizesse homem, pagasse por nós o débito do pecado — que, por ser infinito, não estávamos em condições de saldar — e nos reabrisse o Céu. Tal foi a obra da Redenção consumada pelo sofrimento de Nosso Senhor Jesus Cristo no alto da Cruz. O essencial, portanto, foi cumprido pelo Divino Salvador.
Entretanto, Deus estabeleceu que o fruto da Redenção se aplicasse a cada um de nós pela nossa participação pessoal no Sacrifício redentor de Cristo. E essa participação se dá pela aceitação amorosa e resignada dos sofrimentos que Deus nos manda nesta vida. É a doutrina ensinada por São Paulo, segundo a qual devemos completar em nossa carne o que falta à Paixão de Cristo (cfr. Col 1,24).
Fica assim explicada a profunda razão de ser do sofrimento dos filhos de Deus nesta Terra.

São insuportáveis os sofrimentos?
Essa exposição tem como fundo de quadro sofrimentos humanamente suportáveis (bem entendido, com a ajuda da graça divina). Mas nossa missivista refere-se a três gêneros de sofrimento — “a guerra, a doença e a fome” — que, no seu entender, parecem exceder de muito a capacidade do homem de suportá-los. Como conciliar isso com a visão que temos de um Deus, Pai das misericórdias?
A dúvida faz sentido. Os jornais descrevem todos os dias horrores da guerra, atos pavorosos de terrorismo que atingem indiscriminadamente todo gênero de vítimas, incursões criminosas de guerrilhas que tumultuam a vida de diversas nações, regimes totalitários que provocam fomes insanáveis a que estão submetidas populações inteiras, a pandemia da Aids etc. Não constitui isso um sofrimento que ultrapassa todo limite do suportável?
Sem dúvida, o estado de convulsão generalizada em que está o mundo produz sofrimentos inauditos. Porém, cumpre perguntar se o estado de pecado em que vive hoje grande parte da humanidade não é de molde a atrair castigos divinos. E a pecados inauditos, castigos inauditos... E como isso tudo ofende a Deus!

O bom pai, quando castiga, é para bem do filho
 

Senhor da Sentença - Anônimo (Séc. XVII) - Mosteiro da Conceição. Quito (Equador)
A revista Catolicismo tem mostrado a extensão e a gravidade desses pecados: a imoralidade inconcebível das modas e dos costumes, a desagregação institucional da família, o aborto, a depravação homossexual e tantas outras desordens, na esfera individual como na social, nacional e internacional. Tudo isso manifesta o abandono dos princípios da moral natural e da moral católica, um voltar desdenhoso de costas a Deus. Como admirar-se de que Deus puna o mundo com castigos nunca vistos?
Assim, ao  sofrimento que sempre acompanhou a vida do homem desde Adão e Eva acrescentam-se sofrimentos incomensuráveis, que se podem atribuir a um castigo pela apostasia hodierna, a qual ofende enormemente o Coração de Jesus. Aceitar com amor e resignação os sofrimentos que daí decorrem é um meio de a alma católica reparar tão grandes ofensas.
Deus nunca deixa seus filhos ao abandono, mas socorre-os misericordiosamente. Por isso enviou sua Santíssima Mãe à Terra, em Fátima, a anunciar que, se os homens não se emendassem, grandes castigos haveriam de sobrevir. Porém, ao fim destes, graças também nunca vistas choverão sobre a humanidade, que retornará a Deus e à Igreja, estabelecendo-se na Terra uma era de paz: é o Reino de Cristo, que se reinstaurará com o triunfo do Imaculado Coração de Maria. Essa a grande e maravilhosa esperança que nos dá ânimo para suportar todas as lutas e sofrimentos deste mundo convulsionado em que vivemos.



Fonte: Extraído da Revista Catolicismo

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Por que rezar?


Por que rezar?

Quando não falamos com alguém, perdemos a intimidade.
Muitos podem se perguntar por que devem rezar. Eu sempre digo: a oração não muda nada em Deus. Ele é Imenso, Todo-Poderoso, Todo-Misericordioso, continua sempre o mesmo. Mas nós, à medida que rezamos, sentimos tudo se transformar em nossa vida. Desde o mais íntimo do coração, a mudança se faz. Uma pessoa que ora, transforma a si, aos outros e o ambiente onde está cumprindo sua missão. Mas a vida de oração não é nada fácil. Estão aí os grandes mestres de todos os tempos em nossa Igreja para nos ajudar.

Muitas vezes, as “noites escuras” de São João da Cruz se fazem presentes. Quem é que nunca passou por um deserto espiritual? Quem é que nunca se sentiu árido na vida de oração? Tudo isso faz parte da caminhada. O importante é perseverar e saber esperar. Santo Ignácio de Loyola fala de tempos de desolação. Mas temos também os tempos de consolação, afirma o mesmo santo [Ignácio]. Estes nos servem como reservatórios de céu... São aqueles momentos marcantes, nos quais a presença de Deus foi "sensível", foi irrefutável... Esses momentos ficam na memória do coração e nos reabastece por uma vida! Com Deus, devemos conversar como com um amigo! Aliás, para mantermos uma amizade, o diálogo contínuo se faz necessário.

Quando deixamos de falar com alguém, deixamos o espaço de tempo sem encontro ser muito grande, perdemos a intimidade, perdemos o brilho da amizade. Da mesma forma, com o Senhor, temos que renovar nossa amizade e o carinho por Ele e pelos que são d'Ele todos os dias. O encontro diário deve ser agradável. Devemos "marcar encontros" efetivos e afetivos com Nosso Senhor e Amigo. Efetivos no sentido de cumprirmos verdadeiramente o horário e o lugar e, de preferência, sempre os mesmos.

Crie o seu tempo e espaço de oração. E afetivos, porque devem ser marcados pelo amor, acima de tudo, encontros de louvor e ação de graças. Essa experiência nos faz experimentar o céu, e mesmo quando as nuvens parecerem encobrir o brilho do Sol, no coração uma certeza permanecerá: o Sol sempre estará lá, com seu intenso brilho! A vida de oração nos faz perceber que onde parece não haver caminho para nós, Deus faz um. Quantos são os testemunhos neste sentido? "Orai sem cessar. Em todas as circunstâncias dai graças, porque esta é a vosso respeito a vontade de Deus em Jesus Cristo" (1Ts 5,17-18).

Que Maria, Mulher do silêncio e Mestra de nossa vida espiritual, seja nossa companheira e guia!


Pe. Rinaldo Roberto de Rezende

 Fonte : http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=11695

Morre Coordenadora da Pastoral da criança


A coordenadora internacional da Pastoral da Criança, Zilda Arns Neuman, 75 anos, morreu no terremoto que atingiu o Haiti nesta terça-feira, 12. A informação foi divulgada pelo gabinete do senador Flávio José Arns, sobrinho de Zilda.

Segundo o chefe de gabinete da presidência da República, Gilberto Carvalho, a médica caminhava pelas ruas de Porto Príncipe, com dois soldados do exército brasileiro, que a acompanhavam e lhe traduziam o idioma francês. Drª Zilda se encontrava no país para uma missão da Pastoral da Criança.
A CNBB sensibilizada pelo ocorrido enviou o secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, para Porto Príncipe, em um voo da Força Aérea Brasileira (FAB).

Nascida na cidade de Forquilhinha (SC), Zilda Arns formou-se médica na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, onde reside desde os 12 anos de idade. Ao longo de sua carreira, em instituições públicas e, desde 1983, em organizações da sociedade civil, fez da profissão uma missão de fé e vida.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A Razão Ganhou!!!

VITÓRIA DA RAZÃO CONTRA O PRECONCEITO! JUSTIÇA DECIDE QUE SÍMBOLOS RELIGIOSOS PODEM PERMANECER EM PRÉDIOS PÚBLICOS. DERROTA DO CCC!

A Razão ganhou! O Comando de Caça ao Crucifixo perdeu!
A Razão ganhou! O Comando de Caça aos Católicos perdeu!
A Razão ganhou! A brutalidade do preconceito contra o cristianismo, disfarçado de laicismo, perdeu!
Ainda há juízes em São Paulo. Maria Lúcia Lencastre Ursala, da 3ª Vara Cível Federal de São Paulo, indeferiu pedido do Ministério Público Federal, que queria a retirada de símbolos religiosos dos prédios públicos — leia-se: de crucifixos e Bíblias.
Sabem o que escreveu a juíza?
1 - que é natural a presença de símbolos religiosos cristãos num país de formação cristã — isso pertence à nossa história;
2  - que, “sem qualquer ofensa à liberdade de crença, garantia constitucional, eis que, para os agnósticos, ou que professam crença diferenciada, aquele símbolo nada representa, assemelhando-se a um quadro ou escultura, adereços decorativos”;
3 - que estado laico não quer dizer estado anti-religioso. Dando uma pequena aula de lógica e de história à boçalidade do CCC, escreveu: “O Estado laico foi a primeira organização política que garantiu a liberdade religiosa. A liberdade de crença, de culto, e a tolerância religiosa foram aceitas graças ao Estado laico, e não como oposição a ele. Assim sendo, a laicidade não pode se expressar na eliminação dos símbolos religiosos, mas na tolerância aos mesmos.”
Que bom!
Sei o quanto apanhei nesses dias!
Bom saber que este blog esteve, sempre — e promete continuar — ao lado da tolerância e da razão. E de braços dados, como se vê, com a lógica e os bons argumentos.

FONTE: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/vitoria-da-razao-contra-o-preconceito-justica-decide-que-simbolos-religiosos-podem-permanecer-em-predios-publicos-derrota-do-ccc/#comment-700478

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Para Refletirmos

CARTA DE SATANAS
 

Ontem eu te vi quando começava o seu dia. Acordou e nem sequer orou ao seu Deus. Ou melhor, durante todo o dia você não orou, e nem lembrou de abençoar sua comida. Você é muito ingrato para com o seu Deus, e isso em você me agrada muito. Eu também gosto da enorme fraqueza que sempre demonstra no que diz respeito ao seu crescimento espiritual, em ser um cristão.
  Raramente lê a Bíblia e quando faz está cansado. Não medita no que lê, ora quase nada, além disso, muitas vezes diz palavras que não analisa. Por qualquer pretexto chega tarde ou falta à Santa Missa. E o que falar de suas murmurações? Temos assistido muitos filmes juntos, sem falar nas vezes que fomos juntos ao teatro. Lembra daquele dia da tua fraqueza com aquela linda pessoa? Oh como foi bom!

 
Mas o mais me agrada é que você não se arrepende. E que sabe que é jovem e tem que aproveitar a vida, pensa só na carne e acredita que precisa ser salvo para a eternidade. Não há duvida você é um dos meus.
Amo as piadas vergonhosas que você conta e que também escuta. Você ri delas, eu também rio de ver um filho de Deus participando disto. O fato é que nos sentimos bem. A musica vulgar e de duplo sentido que você escuta me agrada demais. Como você sabe quais são os grupos que eu gosto de escutar? Também adoro quando murmura e se revolta contra o seu Deus.
 
Sinto-me feliz quando vejo você dançando e fazendo estes movimentos sensuais, eles me fascinam. Como isso me agrada!!! Você quer se encontrar comigo qualquer dia destes???
Certamente quando você está se divertindo saudavelmente, fico triste, mas sem problema, sempre haverá outra oportunidade. Tem vezes que me faz coisas incríveis, quando da mal exemplo as crianças ou quando os autoriza para perderem a sua inocência através da televisão, musicas ou coisas do gênero. Eles são tão espertos que imitam facilmente tudo o vêem. Muito obrigado.
O que mais me agrada é que poucas vezes tenho que te tentar, quase sempre cai por conta própria. Você busca os melhores momentos, se expõe as situações perigosas, me dando lugar!
Se tivesse cabeça mudaria de ambiente e de companhias; buscaria a palavra de Deus e entregaria realmente a tua vida aquele que você chama de Deus e, ainda mais, viveria o resto de seus anos sob a orientação do Espírito Santo.


Não tenho costume de enviar este tipo de mensagem, mas você é tão acomodado espiritualmente que não acredito que vá mudar nada.


Não me entenda mal, eu te odeio e não te dou a mínima. Se eu te busco é porque você me satisfaz com as tuas atitudes e faz cair em ridículo a Jesus Cristo.
 
Assinado Teu inimigo que te odeia: Satanás
ou como queira me chamar
 
P.S. Se realmente me amas,
não mostre à ninguém mais esta carta.

POSTAGEM EM DESTAQUE

EXORCISMOS: REFLEXÕES TEOLÓGICAS E ORIENTAÇÕES