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Semana Santa: o significado de cada dia da celebração da paixão, morte e ressurreição de Cristo

      A Igreja Católica dá início neste Domingo de Ramos, 28 de março – a Semana Santa que se estende até o próximo domingo, dia 4 de abri...

sábado, 26 de dezembro de 2015

Conheça a história e o significado do presépio

Saiba qual a origem do presépio e o significado de cada personagem na cena que retrata o nascimento de Jesus
Da redação, com Arquidiocese do Rio
Montar um presépio em casa já é tradição entre as famílias católicas. É um gesto que ajuda a preparar a celebração do nascimento de Jesus, lembrado em cada Natal.
O presépio deve ser montado no 1º domingo do Advento e desmontado no dia 6 de janeiro, data em que a Igreja celebra a Solenidade da Epifania do Senhor.
O termo vem do latim Praesaepe, que significa estrebaria ou curral. A presença do Menino Jesus no estábulo demonstra a grandeza de Deus representada na fragilidade de uma criança.
Presépio começou a ser representado em 1223 por
São Francisco de Assis / Foto: Daniel Mafra
Origem
Foi criado por São Francisco de Assis em 1223. Ele montou o primeiro presépio em uma gruta, na Itália. Na época, a Igreja não permitia a realização de representações litúrgicas nas paróquias, mas São Francisco pediu a dispensa da proibição, para relembrar ao povo a natividade de Jesus Cristo.
O objetivo de São Francisco era facilitar a compreensão do nascimento de Jesus.
No Brasil, a cena do presépio foi apresentada pela primeira vez aos índios e colonos portugueses em 1552, por iniciativa do padre José de Anchieta.
Cada figura do presépio tem sua importância:
Os animais
Representam a natureza a serviço do homem e de Deus. No nascimento de Jesus forneceram calor ao local e simbolizam a simplicidade do local onde Jesus quis nascer.
Pastores
Depois de Maria e José, os pastores foram os primeiros a saberem do nascimento do Salvador. Os pastores também simbolizam a humildade, pois naquele tempo a profissão de pastor era uma das menos reconhecidas.
O anjo
Representa o céu que celebra o nascimento de Jesus. É o mensageiro de Deus, comunicador da Boa Notícia. O anjo do presépio, normalmente, segura uma faixa com a frase: “Gloria in excelsis Deo”, que significa: Glória a Deus nas alturas.
Estrela
Simboliza a luz de Deus que guia ao encontro do Salvador e orientou os Reis Magos onde estava Jesus. É a indicação do caminho que se deve percorrer para encontrar o Menino Jesus.
Reis Magos
Belchior, Gaspar e Baltazar eram homens da ciência. Conheciam astronomia, medicina e matemática. Eles representam a ciência que vai até o Salvador e o reconhece como Deus. Segundo São João Paulo II, “a verdadeira ciência nos leva à fé”, pois nos revela a grandeza da criação.
Ouro, incenso e mirra
São os presentes que os magos oferecem ao Menino Jesus. O ouro significa a realeza; era um presente dados aos reis. O incenso significa a divindade, um presente dado aos sacerdotes. Sua fumaça simboliza as orações que sobem ao céu. Dando este presente a Jesus, os magos reconhecem que o Menino é divino. E a mirra simboliza o sofrimento e a eternidade. É um presente profético: anuncia que Jesus vai sofrer, mas também que seu reinado será eterno.
São José
É o pai adotivo de Jesus, o homem que o assumiu como filho, que lhe deu um nome, um lar, que ensinou a Jesus uma profissão: a de carpinteiro. São José deu ao Menino Jesus a experiência de ser filho de um pai terreno.
Maria
É a Mãe do Menino Jesus, a escolhida para ser a mãe do Salvador. É aquela que disse ‘sim’ à vontade de Deus, e por ela a humanidade recebeu Jesus.
Menino Jesus
É o Filho de Deus que Se fez homem, para dar sua vida pela humanidade. “Sendo ele de condição divina, não Se prevaleceu de Sua igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-Se aos homens” (Filipenses 2, 6-7).
Fonte: http://noticias.cancaonova.com/conheca-a-historia-e-o-significado-do-presepio/

Papa celebra Missa da Noite de Natal - texto da homilia

Publicamos aqui o texto integral da Homilia do Papa Francisco na Missa da Noite de Natal:
Nesta noite, resplandece «uma grande luz» (Is 9, 1); sobre todos nós, brilha a luz do nascimento de Jesus. Como são verdadeiras e actuais as palavras que ouvimos do profeta Isaías: «Multiplicaste a alegria, aumentaste o júbilo» (9, 2)! O nosso coração já estava cheio de alegria vislumbrando este momento; mas, agora, aquele sentimento multiplica-se e sobreabunda, porque a promessa se cumpriu: finalmente realizou-se. Júbilo e alegria garantem-nos que a mensagem contida no mistério desta noite provém verdadeiramente de Deus. Não há lugar para a dúvida; deixemo-la aos cépticos, que, por interrogarem apenas a razão, nunca encontram a verdade. Não há espaço para a indiferença, que domina no coração de quem é incapaz de amar, porque tem medo de perder alguma coisa. Fica afugentada toda a tristeza, porque o Menino Jesus é o verdadeiro consolador do coração.
            Hoje, o Filho de Deus nasceu: tudo muda. O Salvador do mundo vem para Se tornar participante da nossa natureza humana: já não estamos sós e abandonados. A Virgem oferece-nos o seu Filho como princípio de vida nova. A verdadeira luz vem iluminar a nossa existência, muitas vezes encerrada na sombra do pecado. Hoje descobrimos de novo quem somos! Nesta noite, torna-se-nos patente o caminho que temos de percorrer para alcançar a meta. Agora, deve cessar todo o medo e pavor, porque a luz nos indica a estrada para Belém. Não podemos permanecer inertes. Não nos é permitido ficar parados. Temos de ir ver o nosso Salvador, deitado numa manjedoura. Eis o motivo do júbilo e da alegria: este Menino «nasceu para nós», foi-nos «dado a nós», como anuncia Isaías (cf. 9, 5). A um povo que, há dois mil anos, percorre todas as estradas do mundo para tornar cada ser humano participante desta alegria, é confiada a missão de dar a conhecer o «Príncipe da paz» e tornar-se um instrumento eficaz d’Ele no meio das nações.
Por isso, quando ouvirmos falar do nascimento de Cristo, permaneçamos em silêncio e deixemos que seja aquele Menino a falar; gravemos no nosso coração as suas palavras, sem afastar o olhar do seu rosto. Se O tomarmos nos nossos braços e nos deixarmos abraçar por Ele, dar-nos-á a paz do coração que jamais terá fim. Este Menino ensina-nos aquilo que é verdadeiramente essencial na nossa vida. Nasce na pobreza do mundo, porque, para Ele e sua família, não há lugar na hospedaria. Encontra abrigo e protecção num estábulo e é deitado numa manjedoura para animais. E todavia, a partir deste nada, surge a luz da glória de Deus. A partir daqui, para os homens de coração simples, começa o caminho da verdadeira libertação e do resgate perene. Deste Menino, que, no seu rosto, traz gravados os traços da bondade, da misericórdia e do amor de Deus Pai, brota – em todos nós, seus discípulos, como ensina o apóstolo Paulo – a vontade de «renúncia à impiedade» e à riqueza do mundo, para vivermos «com sobriedade, justiça e piedade» (Tt 2, 12).
Numa sociedade frequentemente embriagada de consumo e prazer, de abundância e luxo, de aparência e narcisismo, Ele chama-nos a um comportamento sóbrio, isto é, simples, equilibrado, linear, capaz de individuar e viver o essencial. Num mundo que demasiadas vezes é duro com o pecador e brando com o pecado, há necessidade de cultivar um forte sentido da justiça, de buscar e pôr em prática a vontade de Deus. No seio duma cultura da indiferença, que não raramente acaba por ser cruel, o nosso estilo de vida seja, pelo contrário, cheio de piedade, empatia, compaixão, misericórdia, extraídas diariamente do poço de oração.
Como os pastores de Belém, possam também os nossos olhos encher-se de espanto e maravilha, contemplando no Menino Jesus o Filho de Deus. E, diante d’Ele, brote dos nossos corações a invocação: «Mostra-nos, Senhor, a tua misericórdia, concede-nos a tua salvação» (Sal 85/84, 8).
Fonte: http://pt.radiovaticana.va/news/2015/12/24/papa_celebra_missa_da_noite_de_natal_-_texto_da_homilia/1196774

sábado, 7 de março de 2015

Sacerdote convertido


Sacerdote convertido




A próxima visita do Papa Francisco a Nápoles (Itália) recorda a história de um beato sacerdote que,

antes de sê-lo, esteve muito envolvido com o satanismo ao qual finalmente rejeitou graças à oração do Rosário. Depois que voltou à fé, este italiano se converteu no fundador do Santuário de Nossa Senhora da Pompéia.

O Beato Bartolo Longo nasceu em uma família católica, mas se afastou da fé aproximadamente na década de 1860: um tempo no qual a Igreja Católica era atacada na esfera política e enfrentava as ameaças da crescente popularidade do ocultismo.

Bartolo se tornou satanista e chegou a afirmar inclusive que era um sacerdote satânico.

Depois de lutar vários anos contra a depressão e também contra algumas tentativas de suicídio, um professor universitário o encorajou a abandonar o satanismo e lhe apresentou ao seu confessor, o Pe. Alberto Radente que o animou a rezar o rosário. Essa oração o devolveu à fé católica.

Bartolo Longo se converteu em um grande devoto de Nossa Senhora do Rosário, especialmente por uma imagem que recebeu das mãos do Pe. Radente em 1875. Fez-se terciário dominicano e se converteu em um grande promotor do rosário.

A imagem que recebeu de presente mostra a Virgem sentada em um trono segurando o Menino Jesus com um rosário na mão, com Santo Domingos e Santa Catarina de Siena aos seus pés.

Em pouco tempo a imagem, que atualmente está no santuário, fez com que Deus obrasse uma grande quantidade de milagres.

O primeiro milagre foi a cura de uma menina de doze anos, Clorinda Lucarelli, que sofria de epilepsia e tinha sido diagnosticada com um mal qualificado como “incurável” pelos médicos da época.

Em declarações ao Grupo ACI, o Arcebispo de Pompéia, Dom Tomasso Caputo, disse que o Beato Bartolo Longo “fez um enorme trabalho de promover a devoção à Virgem, convidando as pessoas a rezar-lhe para que difunda a sua misericórdia”.

“E assim foi. Este é um testemunho dos muitos oferecimentos dos fiéis doadores de todo o mundo em sinal de sua gratidão pela misericórdia recebida”, acrescenta.

Longo morreu na Pompéia em 1926 e foi beatificado pelo Papa São João Paulo II em 26 de outubro de 1980. É conhecido como o Apóstolo do Rosário.

Suas últimas palavras foram: “meu único desejo é ver Maria, que me salvou, salvando os outros das garras de Satanás”.

Fonte: http://www.acidigital.com/noticias/sacerdote-convertido-do-satanismo-gracas-a-oracao-do-rosario-fundou-o-santuario-mariano-que-recebera-a-visita-do-papa-37406/

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Relíquias - Ex. Indumentis

Relíquias 
Para quem acha que as Relíquias Ex-Brandea não são Relíquias, aqui vai uma história que poderá
fazê-lo mudar de ideias:
“São Gregório Magno havia recebido da corte imperial de Constantinopla o pedido de relíquias dos santos mártires de Roma. O pontífice mandou, então, entregar vários tipos de brandea* depostos sobre os túmulos dos mártires.
Em Constantinopla, ficaram desiludidos. Foram então mandados para Roma alguns embaixadores para levar os brandea de volta e pedir relíquias, ou seja, ‘ossos de mártires’, e não panos.
O santo pontífice convidou os embaixadores a participar na manhã seguinte da celebração eucarística que ele realizaria.
Ao fim da Santa Missa, São Gregório tomou um dos brandea retornados de Constantinopla, com um alfinete picou o tecido e dele brotou sangue, para pasmo dos presentes”.
Esta tela se encontra, actualmente, na capela dedicada a São Gregório Magno, Papa e Doutor da Igreja, na Basílica de São Pedro.
* tecidos tocados nos corpos, ossos ou túmulos dos santos
"Relíquia: o destino do corpo na tradição cristã", de Ario Borges Nunes Junior, da Paulus (São Paulo: 2013, p. 54)

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Amar

Na manhã da sexta-feira (23), o Centro de Eventos ficou lotado para a Santa Missa, presidida por Monsenhor Jonas Abib, fundador da comunidade Canção Nova. Essa é a segunda vez que ele celebra no Encontro Nacional de Formação da RCCBRASIL.
O monsenhor abriu a celebração destacando a importância da presença da presidente do ICCRS, Michelle Moran, em nosso meio. Ele também parabenizou o Movimento pelo encontro e quantidade de participantes nessa edição. O ENF 2015 conta com cerca de nove mil pessoas. “É muito bom que na casa da Mãe estejamos todos unidos em um só coração. Somos ministeriados não para nós, mas pelo povo. Que o Senhor verdadeiramente nos una”, destacou.
Baseado no Evangelho do dia, que diz que Jesus subiu no monte para rezar e escolher quem seriam seus apóstolos, Monsenhor Jonas refletiu sobre o chamado de cada um. “O ministério que você exerce é uma escolha. O ponto alto da nossa vida que foi o encontro com Jesus foi uma escolha. Ele te chamou pelo nome, assim como chamou cada um dos apóstolos. Seu ministério é um desígnio de Deus, com todo o peso da palavra desígnio”, afirmou.
De acordo com o religioso, só se pode exercer o ministério com entrega, entusiasmo e ardor. “É o ministério que o Senhor me confiou e eu vou acolher. Eu vou dar a minha vida por meu ministério. O Senhor me queria no ministério da Eficássia da Palavra e eu aceitei (...) eu venho vivendo isso e não faço mais do que a minha obrigação”, disse ao partilhar sobre sua caminhada e chamado ao sacerdócio.
Ainda durante sua homilia, o monsenhor explicou que a espiritualidade de cada pessoa se define na intimidade com o Senhor. “Do contrário, o seu ministério pode se tornar uma hipocresia porque você não é íntimo. Você até faz porque aprendeu, mas não muda de vida verdadeiramente”.
E ele continuou a exortação: “Chega de ver gente exercendo seu ministério sem força! Os ministérios do Espírito Santo merecem ser exercidos com dinamismo e ousadia. O Senhor merece que eu e você demos nossa vida por nosso ministério. E Ele não nos quer no nosso ‘lugarzinho’, mas até os confins do mundo. Não tenha medo de sofrer pelo Evangelho. Aguenta firme, meu filho!”.
Monsenhor Jonas chamou então Eugênio Jorge, que cantou a música ‘Um Deus apaixonado’, que gerou um momento de grande louvor. Durante o momento da Comunhão, as músicas foram conduzidas pela cantora paraguaia Sílvia Mariella.
Homenagens
A Banda Amados do Eterno, que anima o ENF 2015, gravou uma música em homenagem a Luiz Gustavo Eccel, seminarista que faleceu no último ano em decorrência de um acidente com o ônibus que transportava os participantes do Renassem. A música foi apresentada logo após o momento da Comunhão.
A letra da canção foi feita a partir dos escritos de Luiz Gustavo que afirmava: ‘Me sacrificio por um bem maior’. Foi momento de grande emoção, selado por um abraço entre os seminaristas presentes.
Monsenhor Jonas também foi homenagedo. Ele recebeu das mãos da presidente do Conselho Nacional, Katia Roldi Zavaris, uma placa o felicitando pelos 50 anos de sacerdócio, celebrado em dezembro de 2014.
A RCCBRASIL também homenageou Gilberto Gomes Barbosa pelos 25 anos da comunidade Obra de Maria, celebrados nesse mês. Gilberto também é o coordenador internacional da Catholic Fraternity (em português, Fraternidade Católica). Trata-se de um organismo criado pelo Pontifício Conselho para os Leigos, com o objetivo de integrar as Novas Comunidades.
Fonte: http://www.rccbrasil.org.br/eventos/index.php/mais-lidas-eventos-nacionais/831-amar-sofrer-e-dar-a-vida-pelo-ministerio-motiva-monsenhor-jonas-abib-.html