quinta-feira, 8 de março de 2012

Os Dons e os Frutos do Espírito Santo


Os Dons e os Frutos do Espírito Santo

A vida cristã é sustenta pelos dons do Espírito Santo. Estes são disposições permanentes que tornam o homem dócil para seguir os impulsos do mesmo Espírito.
Os sete dons do Espírito Santo são: sabedoria. Inteligência, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus. Em plenitude, pertence a Cristo, Filho de Davi. Completam e levam à perfeição as virtudes  daqueles  que os recebem. Tornam os fieis dóceis para obedecer prontamente às inspirações divinas.
 “Todos os que são conduzidos pelo Espírito  de Deus são  filhos de Deus…. filhos e, portanto, herdeiros; herdeiros de Deus e co-herdeiros  de Cristo”(Rm 8,14.17).

Os frutos do Espírito Santo são perfeições que o Espírito Santo forma em nos como primícias da gloria eterna. A Igreja designa com doze: caridade, alegria, paz, paciência, longanimidade, bondade, benignidade, mansidão, fidelidade, modéstia, continência e castidade (Gl 5,22-23).
A Liberdade Humana

Deus Criou o homem dotado de razão  e lhe conferiu a dignidade de uma pessoa  agraciada com a iniciativa e o domínio de seus atos. “ Deus deixou o homem nas mãos  de sua própria  decisão”(Eclo 15,14), para que pudesse ele mesmo procurar seu criador e, aderindo livremente a Ele, chegar à plena e feliz perfeição.
Enquanto não tiver fixado definitivamente em seu bem ultimo, que é Deus, a liberdade comporta a possibilidade de escolher entre o bem e o mal , portanto, de crescer em perfeição ou definhar no pecado. Ela caracteriza os atos propriamente humanos. Torna-se fonte de louvor ou repreensão, de méritos ou deméritos.
A liberdade é no home, uma força de crescimento e amadurecimento na verdade e bondade. A liberdade alcança a perfeição quando esta ordenada para Deus, nossa bem aventurança.

Quanto mais pratica  a pessoa o bem , mais  pessoa se torna livre. Não há liberdade a não ser a  serviço do bem e da justiça. A escolha da desobediência  e do mal é um abuso de liberdade e conduz a escravidão do pecado.

A liberdade torna o homem responsável por seus atos, na medida em que forem voluntários. O progresso na virtude, o conhecimento do bem e a ascese aumentam o domínio da vontade sobre seus atos.
O exercício da liberdade é uma exigência inseparável da dignidade da pessoa humana, sobretudo em matéria de moral e religiosa. Este direito deve ser reconhecido civilmente e protegido nos limites do em comum e da ordem publica.

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